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  • Parabólicas deixam de funcionar na mesma faixa de sinal da TV aberta com o 5G.

    Parabólicas deixam de funcionar na mesma faixa de sinal da TV aberta com o 5G.

    Com o leilão do 5G, a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) definiu que todas as antenas parabólicas do País deixarão de funcionar na mesma faixa de sinal que leva a programação dos canais abertos das emissoras para suas afiliadas, conhecida como banda C (3,5 Ghz), para não sofrer interferência do novo sinal 5G.

    Por isso, a população que utiliza a parabólica terá que atualizar seus equipamentos para a tecnologia de antenas e receptores da banda KU. O sócio-fundador da Vivensis, Yvan Cabral, explica por que a migração é necessária.

    “Parece complexo, mas é o mesmo movimento que aconteceu com a TV, quando o sinal analógico foi substituído pelo digital para dar espaço ao lançamento do 4G. Ou seja, à medida que o 5G for sendo lançado em cada município, o sinal da banda C será substituído pelo sinal da banda KU, que possui uma qualidade e uma velocidade de sinal muito melhor”.

    Com o desligamento do sinal analógico, quem possui TV parabólica precisará comprar antena e receptor específicos para receber o novo sinal. Por isso, a Vivensis – especializada no mercado de tecnologia via satélite e pioneira na distribuição e comercialização de kits de antenas e receptores de TV por assinatura para marcas líderes como Sky, HughesNet e Ligga Telecom – se prepara para dobrar de tamanho e conquistar 25% desse mercado.

    “A Vivensis se preparou para cumprir o cronograma de migração da Anatel e nossa meta é atender 25% da demanda, para isso, investimos 20 milhões numa nova fábrica em Manaus, inauguramos um novo Centro Tecnológico de Atendimento em Curitiba, com capacidade para mais de 400 colaboradores, reestruturamos os processos e ferramentas internas, além de contratar executivos de mercado extremamente experientes com multinacionais no segmento de eletrônicos. Por isso, estamos confiantes que vamos dobrar o nosso faturamento nos próximos dois anos”, revela Cabral.

    O IBGE estima em 18,9 milhões o total de domicílios que precisarão trocar seus kits de parabólica. Por esse motivo, Cabral avalia que o momento atual é dos melhores no segmento de telecomunicações, que poderá atender tanto o público do CadÚnico (cerca de 8 milhões de beneficiários), que ganhará os kits da Entidade Administradora da Faixa (EAF), quanto os mais de 10 milhões de pessoas que não se enquadram no cadastro e precisarão comprar os kits nas lojas especializadas e nos grandes varejos.

    “A planta da Vivensis, em Manaus, possui mais de 3.000 m² de área fabril, onde, hoje, a capacidade de produção é de 180 mil kits ao mês”.

    Como vai funcionar o processo

    O sócio-proprietário da Vivensis, Yvan Cabral, esclarece que nem todos os beneficiários do CadÚnico receberão kits, apenas os que assistem TV aberta via parabólica, critério definido pelo Grupo de Acompanhamento da Implantação das Soluções para os Problemas de Interferência (Gaispi), na faixa de 3.625 a 3.700 MHz.

    O grupo é composto por representantes da Anatel, do Ministério das Comunicações, das empresas radiodifusão (emissoras), das empresas vencedoras da licitação da faixa e de empresas de satélite.

    “Existe uma parcela dessa população que é classificada como vulnerável e possui uma limitação de renda, por isso vão fazer parte da política do governo, já que não podem perder o direito de assistir TV, que é um direito público, porque já compraram o produto para ter acesso à programação aberta. A chegada do 5G não pode gerar prejuízos às pessoas que não possuem recursos para comprar os receptores atualizados da banda KU, por isso eles vão receber um kit de antena mais receptor da EAF”, explica.

    Segundo o sócio da Vivensis, são as operadoras de telefonia que compõem a EAF as responsáveis pela realização do processo de compra de equipamentos, contratação de serviços de instalação e apontamento para o satélite específico, no caso o Embratel/Claro, definido pelo Gaispi como exclusivo à população do CadÚnico.

    “Mas, além dessa parcela da população, existe um mercado promissor, formado por clientes que terão de comprar aos kits de recepção da banda KU. Neste caso, quem define os satélites para os quais as parabólicas serão apontadas são as emissoras de TV, as quais pagam pelos espaços nos satélites. E os dois satélites escolhidos pelas emissoras foram o da Embratel/Claro e o da SKY, que ofereceram as melhores condições de compra”, informa.

    Até o final de julho deste ano, as capitais serão as primeiras a receber o novo sinal 5G, conforme o cronograma definido pela Anatel e pelo Ministério das Comunicações em edital. Posteriormente, o sinal passará a funcionar nos municípios do interior e nas zonas rurais mais distantes. O prazo final para que as operadoras implementem o 5G em todos os municípios do Brasil é até 2029, mas as emissoras de tv acreditam que a migração de faixa de sinal das parabólicas vai acontecer antes disso.

    Fonte: https://technewsparana.com.br/parabolicas-deixam-de-funcionar-na-mesma-faixa-de-sinal-da-tv-aberta-com-o-5g/

  • Viper Pro Gamer anuncia pré-lançamento de produtos na Exposec 2022.

    Viper Pro Gamer anuncia pré-lançamento de produtos na Exposec 2022.

    A Viper Pro Gamer anunciou nesta terça-feira, 7, o pré-lançamento da sua linha de produtos para games na Exposec 2022, feira internacional de segurança que acontece de 7 a 9 de junho no espaço de eventos São Paulo Expo, na Vila Água Funda, em São Paulo. Segundo a marca, do head fone gamer a mouses e teclados, todos os seus produtos são focados em elevar a qualidade e experiência dos que levam os jogos a sério. Confira os detalhes abaixo!

    A Viper Pro Gamer será dividida em 3 linhas de produtos, que, seguindo o posicionamento mitológico da marca, foram batizadas com nomes de víboras: Mamba, Naja e Phyton, pelas quais os usuários podem escolher intensidade, sensibilidade, resolução e programação de cores ideais para o nível de experiência e performance desejados pelo público gamer brasileiro, cada vez mais exigente.

    Os chamados set ups para games, como são conhecidos os produtos e assessórios por quem gosta de jogar em PC, irão ganhar uma opção de marca nacional focada em estilo de vida para gamers de todos os bolsos e gostos. Ao todo, serão 12 produtos entre teclados, mouses, mouse pads e headsets, além de cadeiras gamers, disponíveis para venda a partir do mês de outubro.

    A popularização de acessórios periféricos para PC tem gerado uma alta procura por produtos eletrônicos com configurações avançadas, versatilidade, inovação e design ergonômico, principalmente no varejo físico, canal onde a Vivensis é reconhecida por sua excelência em logística e atendimento técnico.

    “E agora, com a nossa nova fábrica em Manaus, faz todo sentido a diversificação de portfólio, ainda mais no segmento de entretenimento, onde já temos 27 anos de história com os produtos eletrônicos de recepção de sinal de TV.” – Patricia Vital, chief marketing officer da Vivensis.

    O espaço da Viper Pro Gamer na Exposec

    O estande Vivensis na Exposec 2022 terá 180 m² e foi construído para promover experiências de entretenimento em um ambiente acolhedor e interativo. As 3 linhas de produtos Viper Pro Gamer transformaram o stand em uma arena gamer de competições, para demonstrar a alta performance de seus produtos e o show de luzes, tecnologia e design dos seus acessórios. Os melhores competidores serão reconhecidos e presenteados com um kit exclusivo.

    Por fim, os preços e as especificações técnicas ainda não foram revelados, mas a executiva promete vantagens exclusivas para quem fizer o pré-cadastro no site oficial da marca.

    Acesse: https://www.viperprogamer.com.br

    Fonte: https://pizzafria.ig.com.br/news/viper-pro-gamer-perifericos-exposec-2022/

  • Com mais de 48.800 mil visitantes, Exposec 2022 supera expectativas em público e negócios.

    Com mais de 48.800 mil visitantes, Exposec 2022 supera expectativas em público e negócios.

    A 23ª Exposec, que terminou na quinta-feira, dia 9 de junho, no São Paulo Expo, foi uma edição histórica, um marco para o setor de segurança eletrônica no Brasil, reafirmando sua importância para toda a cadeia produtiva de segurança no País pelos lançamentos e soluções inéditas apresentadas nos três dias de evento. A análise é de Maurício Macedo, CEO da Fiera Milano Brasil, organizadora da feira em parceria com a ABESE – Associação Brasileira das Empresas de Sistemas Eletrônicos de Segurança, ao destacar ainda que o evento reuniu 800 marcas expositoras e mais de 48.800 mil visitantes.

    “Conseguimos, graças à parceria com a ABESE e as empresas do setor, realizar a maior Exposec de todos os tempos. A feira mostrou ser um importante indutor de desenvolvimento econômico, com negócios gerados nos corredores e estandes, além de muitos contatos que são feitos nos dias de exposição e que irão movimentar as vendas nos próximos meses”, destacou Macedo.

    Para a presidente da ABESE, Selma Migliori, o grande número de expositores e visitantes na feira mostra a força do setor no País. “A participação do mercado nesta edição da Exposec é a prova viva da força da retomada dos projetos de segurança no Brasil e na América Latina, e da resiliência das nossas empresas e profissionais”, analisou. “O volume de negócios gerados na feira, a qualificação dos expositores e do público também exemplifica o novo cenário do ecossistema de inovação brasileiro com a entrada do 5G e o caráter indispensável que as soluções inteligentes conquistaram nos últimos dois anos. Encerramos o evento com a certeza de que o setor está no caminho certo para se consolidar como um dos pilares da economia brasileira”.

    O destaque na abertura da Exposec 2022 foi a assinatura do memorando de entendimento entre a Associação Brasileira das Empresas de Sistemas Eletrônicos de Segurança com o Centro da Inovação da Universidade de São Paulo – Inova/USP. O acordo visa incentivar a Pesquisa e Desenvolvimento na área de segurança eletrônica.

    Já o volume de negócios fechados ou encaminhados superaram as expectativas dos participantes desta edição. As inovações em produtos apresentados pelas empresas, incluindo a Arena ABESE Conecte-se com a participação de gestores de segurança, IoT e Startups, também foram uma das principais atrações da feira. Segundo a associação, um forte indicador de crescimento do setor com investimentos em novas tecnologias para atender o mercado com soluções mais eficientes.

    O espaço ofereceu, entre as suas atrações, um auditório para palestras com especialistas do setor, bem como de estandes dedicados a novidades de mercado, como a Ilha de Startups e a Ilha de Inovação.

    As startups também puderam apresentar seus projetos. A Ilha das Startups reuniu cinco empresas – Omnicog, Noleak Defence, Intralab IO, Palqee e Lanup, escolhidas em uma chamada feita pela ABESE, e apostaram na visibilidade da feira para conseguir clientes e, quem sabe, investidores.

    Já a Ilha de Inovação conseguiu atingir sua meta de aproximar a pesquisa e o desenvolvimento das empresas do setor de segurança eletrônica. Participaram do espaço o Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Ceará (IFCE), o Instituto de Tecnologias Exponenciais (ITEX), o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social – BNDES, o Inova USP, o Núcleo de Estudos e Pesquisas do Norte e Nordeste (NEPEN), e a Agência de Desenvolvimento do ABC.

    Marcas estreiam na Exposec

    A presença de visitantes qualificados e em um volume superior ao esperado agradou os expositores. E mesmo tendo, principalmente, a expectativa de prospectar novos clientes e planejar vendas futuras, muitos negócios foram fechados durante os três dias de feira.

    O grande fluxo de pessoas nos três dias de evento também agradou a Vivensis. A chief marketing officer, Patrícia Vital, lembrou ainda que o público foi bem qualificado. “Estamos positivamente surpresos com o alto fluxo de pessoas, e com a sinergia de negócios entre segurança e telecom. Com os produtos cada vez mais conectados, as nossas soluções de entretenimento e conexão estão cada vez mais integradas ao ecossistema da Exposec”, explicou. “Nós cadastramos 140 visitantes no primeiro dia, mas sabemos que não conseguimos registrar todos os visitantes que passaram pelo estande e, por isso, estimamos um fluxo de 500 a 700 pessoas. Tivemos mais de 30 solicitações de novos revendedores de nossos produtos e serviços”.

    Fontes:

    defesanews.com.br

    defesaemfoco.com.br

  • Mais de 200 entidades manifestam interesse em distribuir TV aberta em Banda Ku.

    Mais de 200 entidades manifestam interesse em distribuir TV aberta em Banda Ku.

    Segundo dados apurados pela rede de notícias Teletime, até o dia 24 de janeiro de 2022, pelo menos 225 entidades se manifestaram interessadas em realizar a migração dos seus canais de TV para a Banda Ku e mais, pelo menos, 132 emissoras interessadas em começar suas transmissões diretamente pela nova modalidade.

    Agora as empresas mais ativas na disputa para se tornarem transmissoras da migração para a banda ku são a StarOne, Hispamar e Eutelsat, porém a SKY também vem fazendo uma boa oferta para ser hospedeira desses sinais de TV aberta em seu satélite, mas nada foi decidido.

    O total de canais que serão migrados para a Banda Ku ainda depende de uma depuração da Anatel. Os acordos entre as empresas e as emissoras com capacidade satelital serão feitos individualmente, mas a escolha do satélite utilizado deverá ser feita em conjunto para que haja uma simplificação no apontamento das antenas após o processo de migração.

    Não é preciso que apenas um satélite seja escolhido, pois existem soluções de antenas que permitem receber sinais de posições orbitais diferentes, desde que estas não sejam muito distantes.

    A política de migração deve ser gratuita, com distribuição de kits de recepção em banda ku para todas as casas que tenham moradores inscritos no Cadastro Único de programas sociais. O custo dessas doações será bancado pelas operadoras e não haverá subsídio da política pública.

    Fonte: Teletime.com.br

  • Satélite da SKY é um dos escolhidos e aprovados pelo Gaispi.

    Satélite da SKY é um dos escolhidos e aprovados pelo Gaispi.

    Mesmo com um cenário macroeconômico complicado no país e das consequências que a guerra na Ucrânia trouxe em reflexos globais, a direção da SKY Brasil possui uma visão otimista sobre o desenvolvimento da empresa no mercado de TV por assinatura neste ano.

    O presidente Raphael Denadai Sanchez projetou para 2022 uma reversão na perda de assinantes que foi registrada nos últimos anos, além de um grande crescimento na rede de clientes da SKY, devido as mudanças e melhorias que a entrada da banda Ku e do 5G prometem trazer.

    Desde o começo do ano houve uma melhora e o ritmo da queda de clientes desacelerou. Os últimos dados da Anatel, que se referiam a janeiro deste ano, indicaram que a SKY estava com 4,37 milhões de clientes, com um recuo de 1,77% em comparação com o ano anterior. Quando falamos da América Latina, a empresa tem cerca de 10 milhões de assinantes.

    Mas a notícia boa e o alto crescimento chegaram!

    O Satélite da SKY foi um dos aprovados pelos radiofusores e o Gaispi para receber os canais de TV aberta que irão proporcionar entretenimento para mais de 12 milhões de domicílios gratuitamente. De acordo com Raphael Denadai, presidente da empresa, a SKY está capacitada para incluir toda a programação que está no salétite da Banda C da Embratel.

    O compromisso da SKY segue sendo o de levar diversão e informação para todas as pessoas do Brasil, mantendo sempre a qualidade e o melhor sinal digital.

    Fontes: SKY Brasil, Agência Brasil, Sindinstal.org

  • Novas TVs brasileiras devem começar a operar na Banda Ku.

    Novas TVs brasileiras devem começar a operar na Banda Ku.

    Mais 140 empresas estão se preparando para migrarem seus sinais de TV aberta para a Banda Ku. A Anatel notificou que, para que a migração aconteça corretamente, é necessário regularizar as documentações tanto em termos técnicos, quanto em termos jurídicos e preencher o Sistema Eletrônico de Informação (SEI) em até 15 dias, apresentando tudo o que foi solicitado para que cada empresa possa realizar suas transmissões na nova modalidade.

    As empresas que receberam essa notificação para migrarem para a Banda Ku atualmente transmitem canais de TV aberta e gratuita pelo sinal das antenas parabólicas da Banda C de satélites, que logo deixará de existir. Algumas concessionárias de radiofusão de sons e imagens também poderão realizar transmissões por meio da Banda Ku daqui para frente.

    As etapas de regularização serão acompanhadas pelo Grupo de Implantação das Soluções para os Problemas de Interferência na faixa 3.625 a 3.700 MHz, que foi criado pelo edital do leilão do 5G.

    Além disso, a Banda Ku é sinônimo de menores custos, uma vez que suas antenas são bem mais simples quando comparadas às de outras frequências.

    Devido à essa grande procura, espera-se que novos canais de TV surjam em breve no país.

    Fonte: olhardigital.com.br

  • Gaispi libera o uso de satélite da Sky para receber sinais de Banda Ku.

    Gaispi libera o uso de satélite da Sky para receber sinais de Banda Ku.

    As emissoras de TV que irão receber os sinais da Band Ku já foram decididas pelo GAISPI.

    Segundo o conselheiro da Anatel e presidente do GAISPI, Moisés Moreira, a decisão levou em consideração razões de natureza técnica e econômica, já que dessa forma, os kits de recepção destinados aos beneficiários do Cadastro Único do Governo Federal ficarão apontados apenas para uma posição orbital.

    Mas aos radiodifusores, dizem Abert e Abratel, Moreira assegurou que “a decisão tomada resguarda a autonomia e o direito dos radiodifusores de buscarem outras empresas satelitais, no modelo de TVRO, para a disponibilização de seus sinais na banda Ku, inclusive na posição orbital 43,1°O, onde está localizado o satélite da Sky, conforme juízo de conveniência e oportunidade na condução de seus negócios”.

    Os sinais que serão distribuídos pelos satélites da Banda Ku estão abrigando os sinais de TV aberta que antes eram distribuídos pela Banda C. Essa mudança se deu como necessária para evitar que o 5G entre com interferência na recepção das TV via antenas parabólicas.

    Todo o processo de migração acontecerá voluntariamente e sem subsídio público.

    Fonte: teletime.com.br

  • A aposta da Vivensis na migração para a banda Ku

    A aposta da Vivensis na migração para a banda Ku

    A migração da TVRO, a TV aberta por satélite, da banda C para banda Ku vem movimentando a indústria de serviços e produtos para recepção satelital no país. Fornecedores trabalham com uma perspectiva de demanda de 20 milhões de equipamentos nos próximos cinco anos e investem em estratégias para abocanhar uma fatia deste mercado.

    O sócio-proprietário da Vivensis Yvan Cabral conta um pouco da estratégia da empresa para atingir a meta de conquistar 25% deste mercado. Segundo ele, “a migração vai trazer a maior oportunidade para o segmento de satélites de todos os tempos”. A empresa vem investindo em uma restruturação, além da construção de uma unidade fabril em Manaus, para atuar em duas frentes. Uma delas consiste na disputa para ser um dos fornecedores da Entidade Administradora da Faixa (EAF), empresa responsável pela implementação dos compromissos da faixa de 3,5 GHz e que fará a distribuição de kits para parte elegível dos beneficiários do Cadastro Único. Segundo Cabral, cerca de metade do mercado potencial de 20 milhões de kits de recepção será distribuída pela EAF. “A demanda (da EAF) não será atendida por uma, duas ou três empresas. Naturalmente, serão necessárias várias empresas para se ter sucesso”, diz.

    A Vivensis participa do RFP (request for propolsals) em diversas categorias, como fornecedores de antenas, LNBs, receptores, cabos, instalação e logística. “Tivemos que construir uma indústria (a fábrica em Manaus), porque o decodificador é um produto incentivado na Zona Franca de Manaus, com tributação para importação proibitiva”, explica o empreendedor. “A competitividade é determinante na RFP. Preço é um dos primeiros itens para ser elegível. Tivemos que tomar a decisão de investir em máquinas de alta geração”, completa. O investimento na unidade fabril foi de R$ 20 milhões.

    Para garantir a qualidade dos produtos, a Vivensis firmou contrato com o Laboratório Mackenzie, que fará a certificação. Com isso, a empresa garante todos os requisitos que a especificação do produto exige. “O não cumprimento de uma especificação pode levar a multas e devolução de lotes. O envolvimento do laboratório mitiga este risco”, explica Cabral.

    Outro passo importante foi criar um call center ampliado para atender a maior demanda de venda e distribuição. A Vivensis já inaugurou seu Centro Tecnológico de Atendimento (CTA), com capacidade para 400 posições de atendimento, das quais metade estão ocupadas atualmente. “Estamos com 250 funcionários, sem contar a indústria. Vamos ampliar a equipe no CTA e a previsão é ter 350 funcionários no início de 2023”, diz o executivo.

    Na parte de logística e instalação, a empresa tem grande know-how. Além de uma grande capilaridade de instaladores de receptores da banda C, a Vivensis é parceira de operadoras de serviços de telecomunicações baseado em satélites. Já trabalhou com a Claro, a Sky e a Hughes, esta última no serviço de Internet por satélite. “A Vivensis atende todos os municípios do Brasil. Atuamos na banda C, na banda Ku, com a TV por assinatura, e na banda Ka, em operação com a HughesNet”, diz Cabral. “Os contratos com as grandes operadoras nos ensinaram muito. Eles trazem obrigações rígidas de prazos e de qualidade. Somos um dos competidores preparados”, completa.

    Varejo

    A outra frente de atuação é mirando numa fatia da demanda pelos 10 milhões de kits para aqueles que não serão contemplados pela distribuição pela EAF. Um passo importante, é o investimento em marketing. A Vivensis estruturou a área com a contratação da CMO Patrícia Vital. A executiva traz experiência de multinacionais, incluindo da área de TV, como a TCL-Semp.

    Desde 2006 a Vivensis vem trabalhando em parceria com grandes redes de varejo, como Magazine Luiza, Casas Bahia, Multiloja, Colombo. “Em todo o Brasil, vendemos em grandes redes de móveis e eletro. É um canal muito forte de venda. É ele que detém 70% das vendas de TV. Onde não tem o sinal da TV aberta, o cliente compra TV e muitas vezes já compra a antena”, diz Cabral.

    “Ouvir e ter cuidado com estas pessoas (do varejo) está em nossa essência. O varejo precisa ser educado a vender, quando é uma venda mais especializada”, diz a CMO Patrícia Vital. Ela lembra que o streaming vem avançando muito, mas quase metade do país ainda não assina um serviço. “Tem um Brasil que não tem acesso ao streaming e que faz questão de ver os jogos da Copa do Mundo. Estamos muito focados no fomento à venda pelo evento esportivo”, completa a executiva.

    “A gente enxerga uma oportunidade imensa. Um mercado construído da década de 1980 para cá que vai ter que ser renovado em três a cinco anos. Vai ter muita geração de emprego. Já há movimento de contratações em todo o mercado. Empresas de instaladores estão aumentando equipes”, finaliza Yvan Cabral.

    Fontes:

    https://telaviva.com.br
    POR FERNANDO LAUTERJUNG
    fernando@telaviva.com.br

  • Exposec: a maior feira de segurança da América Latina!

    Exposec: a maior feira de segurança da América Latina!

    De 07 a 09 de Junho, acontecerá em São Paulo a Exposec, a maior Feira de Segurança da América Latina e a Vivensis, como pioneira em tecnologia e conexão, estará presente com um stand cheio de novidades e tendências para o mercado.

    A entrada é franca e o evento contará com mais de 800 marcas expositoras em sua edição de 2022.
    Venha nos prestigiar e visitar nosso espaço!

    A Exposec acontece no São Paulo Expo Exhibition & Convention Center – Rodovia dos Imigrantes, KM 1,5 – Água Funda, São Paulo – SP.

    Esperaremos por você!

    VIVENSIS – Care Technology.

  • A Vivensis estará no Ironman 2022!

    A Vivensis estará no Ironman 2022!

    O Ironman Triathlon é uma prova que acontece no Brasil desde 1982, onde os atletas realizam provas de resistência sendo, sequencialmente, natação, ciclismo e corrida. Com provas extremamente exigentes e que necessitam de muito treino, foco garra e determinação, os atletas do Ironman precisam completar 1,9 km do percurso da Natação, 90 km do percurso de Ciclismo e 21,1 km de Corrida.

    Atualmente, a sede do Ironman Brasil fica localizada na cidade de Florianópolis, que mobiliza um grande número de pessoas há 20 anos para participar, contribuir ou assistir às provas. O Brasil também já acumula 4 títulos, sendo três na modalidade feminina e um na masculino.

    Este ano, a Vivensis também fará parte dessa história!

    Como patrocinadora oficial da equipe Clandestinos, iremos apoiar toda a garra e determinação que esses atletas possuem em busca de alcançar o topo. Com esforços contínuos para melhorias, muito treino e superação, acreditamos que conseguiremos chegar a lugares incríveis e realizar nossos sonhos, assim como eles que perseguem com muita coragem seu local no pódio.

    Nossa equipe contará com 05 atletas e mais 15 pessoas para o time de apoio.

    Viva os melhores momentos com muita determinação!

    Assim como cada participante do Ironman, a Vivensis está sempre buscando melhorar para chegar a lugares inalcançáveis e atingir novas metas, por isso, nosso apoio é tão importante para cada um deles. Convidamos vocês a se juntarem a nós nessa nova etapa e correr rumo ao sucesso.

    🌐 vivensis.com.br

    VIVENSIS – Care Technology.