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  • Vivensis capacita sua equipe em Curso de Estratégia Empresarial

    Vivensis capacita sua equipe em Curso de Estratégia Empresarial

    Ministrado pelos professores da FGV David Lobato e Fernando Paes Nascimento, a equipe VIVENSIS certificada pelo curso de Estratégia Empresarial.

    Sempre em busca por excelência em serviços e tudo que há de mais atual em tecnologia, ferramentas, processos e gestão, a VIVENSIS parabeniza todos os seus colaboradores pela dedicação e atenção durante esse momento de troca, aprendizado e melhoria continua. Seguimos mais fortes no nosso proposito cuidar, acolher e transpor todas as barreiras para melhorar a vida das pessoas através das nossas soluções de tecnologia.

    Somos cuidado e inovação!

  • Setembro Amarelo: Saiba como identificar uma pessoa que precisa de ajuda

    Setembro Amarelo: Saiba como identificar uma pessoa que precisa de ajuda

    Estamos no mês de setembro, escolhido para falar sobre prevenção ao suicídio. Mas na prática, o que você pode fazer para identificar e oferecer ajuda?

    Os comportamentos mais comuns de uma pessoa em sofrimento são:

    • comportamento retraído, dificuldades para se relacionar com família e amigos;
    • irritabilidade, pessimismo ou apatia;
    • sofrer mudanças nos hábitos alimentares ou de sono;
    • apresentar sentimento de culpa, sentir-se sem valor ou com vergonha por algo;
    • apresentar sentimentos de solidão, impotência e desesperança;
    • escrever cartas de despedida;
    • ter um convívio social conturbado;
    • ter doenças físicas crônicas, limitantes e dolorosas, doenças orgânicas incapacitantes como dores, lesões, epilepsia, câncer ou AIDS;
    • apresentar personalidade impulsiva, agressiva ou humor instável.

    Se você sabe de alguém que vivencia os sintomas acima, ofereça ajuda ou procure profissionais capacitados para ajudar nesse assunto ou ligue para o centro de valorização da vida (CVV) no número 188.

    Cuide sempre com empatia daqueles a sua volta. Respeite e não minimize os sintomas, incentive o indivíduo a a procurar ajuda. Lembre-se o suicídio pode ser prevenido se falarmos sobre isso sem preconceito e com cuidado.

  • Mesmo com a pandemia, internet das coisas cresce no mercado doméstico

    Mesmo com a pandemia, internet das coisas cresce no mercado doméstico

    Foi na virada do século que o termo “internet das coisas” começou a ganhar corpo, com alguns exemplos de IoT nos laboratórios dos fabricantes de eletrodomésticos. Algum tempo depois surgiram, por exemplo, equipamentos como a geladeira que fazia pedidos diretamente ao supermercado quando o leite acabava e acessava o Twitter. O produto foi lançado pela Samsung na IFA 2011, a feira internacional de tecnologia que acontece anualmente em Berlim, e, obviamente, causou grande expectativa entre os consumidores, mas que logo se frustraram ao saber que levaria um bom tempo para ter esses benefícios em suas cozinhas.

    “O tempo passou e a IoT doméstica já é uma realidade em muitos lares espalhados pelo planeta, principalmente nos países desenvolvidos”, explica Samir Vani, country manager da Mediatek, fabricante global de processadores para equipamentos como smartphones, tablets, TVs digitais e soluções para internet das coisas (IoT).
    Segundo um estudo da IDC, as vendas mundiais dos chamados smart home devices (dispositivos inteligentes para áreas como entretenimento, segurança e assistentes pessoais, entre outras) atingiram 800 milhões de unidades em 2020, mesmo com o planeta em pandemia, superando o ano de 2019 em 4,5%. E para 2025, a expectativa é de que esse número anual chegue a 1,4 bilhão de equipamentos vendidos.

    No Brasil, um país com 211 milhões de habitantes, a situação de grande desigualdade social limita o mercado consumidor de tecnologia. Ter um eletrodoméstico inteligente não é para qualquer um. De acordo com a PNAD de 2019, dos quase 70 milhões de domicílios no país, apenas 9 milhões contam com renda familiar mensal acima de R$ 9 mil – ou seja, menos de 13% das famílias brasileiras têm recursos suficientes para adquirir, por exemplo, uma geladeira inteligente (equipamento que chega a custar cerca de R$ 25.000).

    Porém, mesmo com todos os desafios, a IoT chegou aos lares dos consumidores, inclusive no Brasil. Muitos não se deram conta de que hoje suas casas são diferentes do que eram alguns anos atrás. Um exemplo: o primeiro item a ganhar espaço foi a Smart TV conectada à internet, que permitiu o maior uso dos serviços de streaming, cada vez mais acessíveis, à medida que o ecossistema cresceu e evoluiu e os preços se reduziram.

    Hoje, as TVs com telas grandes e conectividade são o objeto do desejo dos brasileiros que querem um televisor novo. Segundo um estudo da consultoria GFK, houve aumento de mais de 40% nas vendas de Smart TVs com 55 polegadas ou mais no ano passado. E agora algumas dessas TVs começam a ganhar funções adicionais e funcionam como hub de automação da casa. Fazendo com que os smartphones ganhem aliados na função de controlar seus equipamentos em uma casa.

    E outros dispositivos de internet das coisas conquistaram espaço nos lares. Um exemplo: atualmente é possível adquirir um dispositivo Echo (aparelho fabricado pela Amazon e que recebe comandos por voz para realizar várias funções como controlar a iluminação, lembrar da hora de tomar o remédio ou tocar a música preferida de seu proprietário) por cerca de R$ 350. De repente, uma família de classe média brasileira passou a ter em casa uma Smart TV, um aspirador de pó autônomo, uma máquina de lavar que indica a quantidade ideal de sabão em pó etc. Ou seja, ela já está cercada de IoT por todos os lados.

    O volume de aplicações para a internet das coisas não para de crescer. A Delta Dental, líder em seguros odontológicos nos Estados Unidos, por exemplo, passou a oferecer a seus clientes uma escova de dentes inteligente que transmite informações sobre a saúde bucal do usuário. Já a Peloton, fabricante norte-americana de equipamentos de ginástica para o uso em casa adquiriu este ano três empresas especializadas em inteligência artificial e internet das coisas para turbinar seus equipamentos fitness com recursos como comandos de voz e sensores que monitoram a saúde dos clientes. E nessa área já há IoT em bicicletas ergométricas, simuladores de remo, massageadores e em vários outros itens relacionados à saúde e ao bem-estar, cada um com seu ecossistema e seu aplicativo para celular.

    “A tendência é que os chips e a conexão à internet cheguem a um número cada vez maior de equipamentos domésticos, conectando, capturando informações e tornando mais inteligentes desde um simples alarme de incêndio ao medidor de água ou luz de sua casa”, explica Samir Vani, country manager da Mediatek no Brasil.

    Fonte: terra.com.br

  • Maior produtividade no seu Home Office

    Maior produtividade no seu Home Office

    Saiba como usar o poder das cores para equilibrar o seu dia a dia

    A psicologia das cores é um tema de muitos estudos, inclusive comprovados. E você já pensou em usar isto na sua rotina? O ambiente externo é repleto de informações que nos influenciam através de trocas e informações. Ou seja, se recebemos estímulos estamos respondendo a eles e isso ocorre também com estímulos de cores.

    Este estudo aborda a resposta de cada cor em nosso comportamento e psicologia. E claro que em diversos momentos essa interação de recepção e estímulo com as cores ocorrem, seja vendo um anúncio de uma campanha de publicidade, nos momentos de relaxamento, por exemplo, para auxiliar no sono e muito mais. Neste conteúdo, vamos destacar como as cores podem auxiliar no aumento da produtividade no home office. Entenda abaixo:

    AZUL – Para um ambiente calmo e aconchegante. É interessante utilizar uma tonalidade puxada para o cinza para não ter o risco de atrair o sono. Outra opção para este efeito de serenidade é o rosa.

    VERMELHO – Cores quentes ativam o nervo ótico, fazendo com que o alerta fique ligado, recomendado para maior foco e concentração.

    AMARELO – Auxilia na imaginação e criatividade.

    VERDE – É a cor da natureza, sendo assim ajuda a equilibrar o ambiente.

    BRANCO – É a cor mais comum nos escritórios. Traz luminosidade, mas deve ser usado com diferentes texturas para que não tenha reflexo.

    Veja mais detalhes do conteúdo aqui. Claro que além da cor é preciso pensar nos detalhes como cores complementares, intensidade iluminação e até mesmo a decoração. Com todos esses pontos ajustados de acordo com o momento e preferências, o ambiente poderá garantir uma melhor performance e produtividade nos dias de trabalho.

    E você sabia que a Luminária Inteligente Wi-Fi da ELSYS pode te ajudar nisso? São mais de 16 milhões cores para compor o ambiente e diferentes intensidades de branco quente e frio. O lançamento tem um controle por aplicativo e comando de voz que possibilita programar funções de liga e desliga, agendamentos e cenários dos efeitos já pré-programados. Além disso, ela tem a potência de 5W/400 lumens e vida útil de 30 mil horas.

    Fonte: elsys.com.br

  • Internet via satélite como instrumento para aumentar o acesso à conectividade

    Internet via satélite como instrumento para aumentar o acesso à conectividade

    Se, atualmente, grande parte das conversas relacionadas à internet é sobre o 5G e como ele pode transformar o mundo graças a uma conexão mais rápida e de menor latência, além da evidente evolução em velocidade e tecnologias de acesso entre a internet de banda larga de hoje, em comparação com a de uma década atrás, parece fora da realidade que cerca de 1 em cada 4 brasileiros continuam sem acesso à internet.

    Mitos E Fatos Sobre A Internet Via Satélite

    A internet do espaço e como ela fornece banda larga mesmo em locais mais remotos.

    Segundo dados mais recentes do TIC Domicílios, 18% dos lares brasileiros contam com o compartilhamento de internet de vizinhos para estarem conectados, enquanto 11% dos domicílios rurais listam a indisponibilidade do serviço como principal motivo para não acessar à internet.

    Essas informações dão a impressão de que o vácuo de conectividade é um problema exclusivo de quem mora em locais remotos com pouco poder aquisitivo. Porém, ao analisar apenas residências de classe social A, 23% dos respondentes consideram a falta de ofertas como principal barreira para usufruir das facilidades do mundo online em suas residências.

    Olhando dessa forma, fica claro que o desafio de conectar 100% do território nacional é tão grande quanto o de levar velocidades mais rápidas em locais já conectados à internet. E nesse ponto a tecnologia satelital serve como instrumento de expansão da oferta, incluindo lugares que não possuem infraestrutura terrestre.

    No Brasil, o SGDC-1, da Telebras, é o único satélite que hoje já é capaz de atender a totalidade do território, incluindo regiões como Fernando de Noronha, com a banda Ka. A rede usufrui da tecnologia terrestre da Viasat, capaz de entregar altas velocidades aos usuários, de forma estável e com uma instalação simples. Tudo que um usuário precisa para se conectar é uma antena parabólica de 75cm, além de transmissor/receptor e modem compatíveis, permitindo então que mais pessoas possam aproveitar de atividades como aulas virtuais, consumo de séries e filmes por streaming, e manter contato com parentes e amigos distantes por videoconferência.

    Se, antes, essas ações poderiam ser consideradas um artigo de luxo em um passado próximo, tornaram-se essenciais em um cenário onde as pessoas estão ficando mais tempo em casa. Hoje, estar conectado com a internet também representa a capacidade de continuar a produtividade no trabalho em casa. Além de oferecer novas oportunidades para pequenos negócios que têm migrado parte da sua operação tanto para o mundo digital quanto para o mundo móvel, um movimento que exige acesso constante para plataformas de mensagem como WhatsApp, redes sociais como Instagram, e marketplaces de vendas e entregas.

    E se, por um lado, contar com a internet é útil para vender produtos e manter um negócio próprio, por outro, também é importante para realizar compras online e dessa forma evitar grandes deslocamentos e aglomerações em locais tradicionais de comércio. Reduzir distâncias também é algo crucial para o homem do campo. Mesmo os pequenos fazendeiros e produtores rurais podem se beneficiar da habilidade de verificar as variações do mercado em tempo real e até mesmo em atividades simples como emitir uma nota fiscal da sua própria propriedade.

    O ponto principal é que o Brasil precisa e pode contar com a internet via satélite para levar conectividade de forma rápida e simples. Em países como México, a internet comunitária permite que um único ponto de acesso consiga conectar um vilarejo inteiro com pacotes pré-pagos e preços acessíveis. Por aqui, o programa GESAC, do Ministério das Comunicações, conecta escolas públicas, postos de saúde e postos de fronteira, entre outros órgãos públicos com a internet via satélite de alta velocidade.

    Mesmo quem utiliza internet banda larga em áreas urbanas hoje pode se beneficiar da conectividade via satélite, com a possibilidade de se conectar a bordo de aviões comerciais e executivos, inclusive em navios e cruzeiros. A internet que vem do céu é um instrumento essencial para complementar as opções já existentes e também para ser a primeira forma de contato com a internet para cerca de 40 milhões de brasileiros.

    Fonte: canaltech.com.br

  • Chegada de tecnologia 5G promete transformação na produção do agronegócio

    Chegada de tecnologia 5G promete transformação na produção do agronegócio

    A tecnologia de conectividade 5G promete transformar a realidade nas residências, cidades e no campo. A nova tecnologia aplicada ao agronegócio permitirá maior eficiência no trabalho, otimização no uso de insumos e recursos naturais, melhoria na eficiência das operações agrícolas e manutenção e aumento na produtividade e redução de custos, avalia a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), no trabalho “Impactos do 5G e a Importância da Conectividade no Campo”.

    O 5G também proporcionará, além de crescimento da produtividade no meio rural, a viabilização de capacitação técnica e educação online, tornando o conhecimento acessível para os produtores e estudantes em escolas rurais.

    “Vivenciaremos em breve o novo paradigma do agro a partir da velocidade, da qualidade e, principalmente, da capacidade do processamento que a tecnologia 5G dará em trazer conteúdos, dados, informações, desde o solo passando pela planta, pelo animal, pela combinação da interação solo-planta-animal, dentro da porteira e fora da porteira, mas principalmente para subsidiar ferramentas, tomadas de decisão para o nosso produtor brasileiro”, afirma o secretário adjunto de inovação e desenvolvimento rural e irrigação do Ministério da Agricultura, Cléber Soares.

    “O Brasil, por grande parte de sua economia agrícola, tem a potencialidade para ser a grande referência líder na Agricultura 4.0. Dessa maneira, as tecnologias de informação e comunicação serão a chave, a força motriz desta Transformação Digital, desta Agricultura 4.0”, acredita o diretor de marketing da Huawei Brasil, Tiago Fontes. A empresa possui investimentos em AgriTechs e Universidades para inovação tecnológica com o 5G.

    De acordo com Tiago Fontes, em dezembro do ano passado, a Huawei e o governo de Goiás realizaram uma prova de conceito com 5G, Nuvem e Inteligência Artificial. Na experiência, foram trabalhadas aplicações 5G utilizando drones, a nuvem e a inteligência artificial que comprovaram uma melhora na eficiência e uma redução do tempo de inspeção de plantios de uma semana para uma hora, sob análise precisa das áreas contaminadas, trazendo uma redução do uso de defensivos em até 90%.

    A previsão em junho, de acordo com o ministro das comunicações, Fábio Faria, era que o leilão da rede 5G fosse realizado no segundo semestre deste ano. Atualmente, a expectativa é que o Tribunal de Contas da União (TCU) analise o edital até o dia 18 de agosto. Após essa etapa, o documento será encaminhado em até cinco dias para publicação pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel).

    O secretário adjunto Cléber Soares garante que a tecnologia 5G deverá ser acessível, independentemente do tamanho, sistema ou tipo de produção que o produtor rural se enquadre, o que deve impulsionar o crescimento no campo.

    “Se voltarmos entre 30 a 40 anos atrás, a média de produtividade de grãos no Brasil era da ordem de mil e quinhentos a mil e oitocentos quilos por hectare. O que aconteceu graças a tecnologia na inovação? Nós crescemos e hoje estamos em uma média entre três mil e quinhentos e três mil e oitocentos quilos por hectare”, ele afirma.

    Diante deste cenário de crescimento de produtividade pelas ciências digitais, o Ministério da Agricultura trabalha a transformação digital a partir de três perspectivas, afirma o secretário. O primeiro, de acordo com ele, é a infraestrutura para a conectividade, para desenvolvimento de uma “primeira pavimentação para transformação digital no campo”.

    Em segundo lugar está o desenvolvimento de implantação de plataformas, sistemas e marketplace para integração de dados. Em 25 de maio, o Mapa lançou o Observatório Nacional da Agropecuária, local que reúne mais de 200 bases de dados sobre imagens georreferenciadas da área rural brasileira, safra agrícola, previsão climática, crédito rural e setor pesqueiro.

    “A terceira perspectiva é a camada de sistemas de inovação, que é trazer startups e empresas tanto do agronegócio quanto de transformação digital. Também é trazer o produtor e colocar o problema na mesa para que esse tripé consiga ser resolvido”, explica o secretário.

    Desafios para conexão

    O 5G é uma tecnologia que exige eletricidade e conexão com a internet e a área rural é conhecida pela dificuldade de acesso a esses serviços. De acordo com o estudo “Cenários e perspectivas da conectividade para o agro”, realizado pelo Mapa e Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq/USP), apenas 23% do espaço agrícola brasileiro possui algum nível de cobertura por internet.

    A partir deste cenário, o estudo apresenta duas perspectivas para a ampliação da conectividade de internet no modelo telecom (sinal 2G, 3G, 4G) até 2026.

    A primeira alternativa seria ampliar a cobertura atual de 23% para 46% de iluminação de sinal no território agrícola nacional, aproveitando a capacidade de transmissão de 4.400 torres já existentes no Brasil. Esse crescimento, de acordo com o estudo, permitiria avanço de 4,5% do Valor Bruto de Produção (VBP).

    O segundo cenário é mais ambicioso. Sugere a instalação de 15.182 novas torres, suficientes para suprir uma cobertura final de 90% da demanda de conectividade no campo e um acréscimo de 9,6% no VBP.

    Fonte: elsys.com.br

  • O Japão contará com banheiros mais higiênicos graças a uma tecnologia de botões holográficos.

    O Japão contará com banheiros mais higiênicos graças a uma tecnologia de botões holográficos.

    Duas empresas de tecnologia apresentaram um painel inteligente que exibe comandos no ar, visando garantir menos contato e diminuir a proliferação de germes. A tecnologia tem objetivo de substituir botões e garantir uma experiência sem toques durante o uso.

    A tela interativa será equipada com sensores infravermelhos. O sistema exibirá os botões no ar e conseguirá detectar as ações mapeando o posicionamento dos dedos do usuário. A tecnologia chama bastante a atenção em tempos de pandemia do coronavírus, já que pode ajudar a diminuir o contato em ambientes públicos. O display com botões holográficos também poderá ser aplicado em outros locais, como elevadores e caixas eletrônicos de bancos.

    A tela inteligente com botões holográficos só deva chegar ao mercado do Japão em 2022.

  • Um cortador de grama autônomo e inteligente

    Um cortador de grama autônomo e inteligente

    O mercado de dispositivos da Internet das Coisas (IoT) está cada vez maior. Qualquer coisa pode receber conectividade e recursos “smart”, desde lâmpadas à robôs.

    Ao ligá-lo, o cortador vasculha seu jardim, aparando a grama em minúsculos pedacinhos (tornando desnecessária a remoção dos resíduos ao término do processo). Ele conta com conexão Bluetooth e entrada para cartões SIM 2G e 3G.

    Além de ser capaz de desviar de obstáculos e retornar à base de carregamento caso fique sem bateria, ele pode ser operado remotamente através de um aplicativo , que permite criar uma “frota” inteira de cortadores para trabalhar, por exemplo, em um estádio de futebol. Cada robozinho desses consegue tratar uma área de impressionantes 5 mil metros quadrados.

  • A distribuição é uma de nossa vertente

    A distribuição é uma de nossa vertente

    Sabe aquela sensação de estar em casa em um fim de semana, confortável, seguro e livre de preocupações? É essa sensação que queremos proporcionar por meio de nossas soluções, seja onde for. Essa é mais uma das formas que temos de retribuir a confiança que você deposita em nós.
    Levar diversão faz parte da nossa tecnologia cuidadora e é também por isso que existimos.

    A distribuição é mais uma das nossas vertentes de atuação e talvez é por meio dela que somos mais conhecidos.
    Seja através da conexão da internet ou TV via satélite, o intuito principal é levar cuidado e diversão para você e sua família, onde quer que vocês estejam. Nos sentimos felizes e orgulhosos em saber que fazemos parte de lindos momentos de tantos brasileiros, por meio dos nossos produtos que são sempre pensados de forma customizada para entregar uma experiência verdadeiramente incrível.

  • Internet via satélite em cidades distantes e áreas rurais.

    Internet via satélite em cidades distantes e áreas rurais.

    A internet via satélite foi pensada para atender as demandas das cidades distantes ou em áreas rurais, levando a oportunidade de se conectarem com o mundo.

    Com isso, o acesso à internet via satélite permite altas taxas de transferências de dados, sendo que sua comunicação é feita do cliente para o satélite e do satélite para o servidor. Essa conexão exige apenas uma antena que irá receber e enviar os sinais ao satélite.